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No Piauí, mais de 2 milhões já têm a Carteira de Identidade Nacional; saiba como tirar a CIN

Estado lidera o país em proporção de emissões do novo documento; primeira via é gratuita e pode ser solicitada mediante apresentação de certidão.

16/06/2026 às 12h08

Mais de 2,1 milhões de piauienses já emitiram a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), segundo dados atualizados até o último sábado (12). O número representa 62,78% da população do estado e coloca o Piauí na liderança nacional em percentual de emissões do documento. Em todo o Brasil, mais de 55,8 milhões de pessoas já possuem a nova identificação.

A CIN substitui gradualmente o antigo Registro Geral (RG) e utiliza o CPF como número único de identificação em todo o país. A mudança busca evitar duplicidade de registros e tornar mais confiável a identificação dos cidadãos.

No Piauí, mais de 2 milhões já têm a Carteira de Identidade Nacional; saiba como tirar a CIN - (Reprodução/Governo do Estado) Reprodução/Governo do Estado
No Piauí, mais de 2 milhões já têm a Carteira de Identidade Nacional; saiba como tirar a CIN

A primeira via do documento é gratuita e pode ser emitida em qualquer estado. Para solicitar a carteira, é necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento e CPF.

Como tirar a nova Carteira de Identidade Nacional

No Piauí, a solicitação pode ser iniciada pela plataforma Gov.pi Cidadão, disponível no site e aplicativo. O sistema permite realizar um pré-cadastro online e comparecer ao posto de atendimento apenas para as etapas presenciais, como coleta de digitais, fotografia e assinatura.

Após acessar a plataforma, o cidadão deve procurar o serviço de emissão da Carteira de Identidade Nacional, preencher os dados solicitados, anexar os documentos obrigatórios e escolher o local e a data do atendimento.

Entre os documentos exigidos estão certidão de nascimento ou casamento, CPF e comprovante de residência.

O que muda na nova identidade

Além de adotar o CPF como identificador único, a CIN conta com QR Code para verificação de autenticidade e integração com sistemas biométricos, o que amplia a segurança do documento.

Outra novidade é a versão digital disponível no aplicativo Gov.br. Após receber a carteira física, o cidadão pode baixar a identidade no celular e utilizá-la em diversas situações.

A nova identidade também permite integração com outros documentos, como CNH, Título de Eleitor e Carteira de Trabalho. O documento segue padrões internacionais de identificação e pode ser utilizado em viagens para países do Mercosul que aceitam a documentação brasileira.

A validade varia conforme a idade. Para crianças de até 12 anos incompletos, o prazo é de cinco anos. Entre 12 e 60 anos incompletos, a validade é de dez anos. Para pessoas acima de 60 anos, o documento tem validade indeterminada.

Com edição de Ithyara Borges